Há aqueles que existem com orgulho, outros que lutam com orgulho, alguns competem com orgulho e há quem até fracasse com orgulho, mas são poucos os que conseguem partir de cena com orgulho. Ao terminar de ler estas palavras, parabéns, você já vislumbrou a vida de muitos jogadores. Essas frases ganham corpo em Estêvão Curry, que após a derrota em 2021 declarou que, na próxima temporada, ninguém gostaria de enfrentá-los; em Timóteo Duncan, que antes das finais de 2014 acreditava firmemente que não deixariam escapar a vitória; em Kobe Bryant, que no memorial do velho Buss prometeu levar os Lakers aos playoffs; em Dirk Nowitzki, que chorou sozinho no vestiário na noite em que se livrou do estigma de ser frouxo; em Kevin Garnett, que após conquistar o troféu soltou um brado aos céus; e nos motivos que explicam por que os Pistons de 2004 venceram e os Lakers estrelados perderam. Nossa história começa naquela época em que o orgulho ainda era essencial.