Yan Zhao Ge atravessou pela primeira vez para um mundo alternativo onde a civilização das artes marciais florescia em seu auge, e acabou adentrando a grandiosa Biblioteca do Palácio Divino, que abrigava todos os clássicos e tesouros do mundo. Contudo, logo após sua chegada, uma catástrofe devastadora abalou o céu e a terra, destruindo até mesmo o Palácio Divino. Em seguida, ele experimentou uma segunda travessia, e sua alma despertou no mesmo mundo, só que muitos anos depois. Nesse novo tempo, as pessoas estavam redescobrindo os vestígios que sobreviveram à destruição, e a civilização marcial reiniciava, ainda em sua fase de desenvolvimento. Com a mente repleta de segredos e técnicas do Palácio Divino, Yan Zhao Ge reapareceu nesta era como se alguém habituado ao modo infernal de um jogo fosse repentinamente lançado no modo fácil. Era simplesmente maravilhoso! Mas antes de aproveitar, ele precisava resolver um problema. “Eu não sou o protagonista? Sou o irmão mais velho, rico e talentoso, que compete com o protagonista pelo amor da heroína?” “Esse roteiro está errado!” PS: Já está disponível o livro completo de quatro milhões e seiscentos mil palavras, grande sucesso, “O Primeiro Patriarca da História”. Convido todos a colecionar e fortalecer este livro enquanto visitam e leem a obra anterior.
No vasto mundo dos Oito Extremos, no continente central do Domínio Celeste, diante dos portões de uma das principais terras sagradas da atualidade: o Monte Guangcheng.
Yan Zhaoge vestia-se de branco, por cima uma túnica azul com bordas negras, símbolo do status de discípulo do núcleo central do Monte Guangcheng.
À sua frente, um jovem de túnica amarela, olhava com raiva: “Yan Zhaoge, você só tem sorte de ter um bom pai, não é?”
Yan Zhaoge permanecia impassível: “O que você acabou de me chamar? Se tiver coragem, repita.”
“Repito sim, acha que tenho medo? Você só tem sorte de ter um bom pai, não é?”
Yan Zhaoge fitou-o e, de repente, sorriu: “Ótimo, é exatamente essa frase. Gosto quando dizem isso de mim.”
O jovem de amarelo ficou boquiaberto.
Por um instante, ele ficou sem reação, depois, envergonhado e furioso, lançou-se contra Yan Zhaoge, sem se importar mais com nada.
Yan Zhaoge, despreocupado, disse: “Pegue leve, não o mate.”
O jovem hesitou, mas logo seu corpo ficou paralisado, a visão turvou-se, e quando recobrou os sentidos, percebeu que alguém o havia agarrado pela cintura, levantando-o no ar!
Diante de Yan Zhaoge, surgiu um homem corpulento, que o ergueu com uma só mão, como se segurasse uma criança.
O gigante sorriu: “Por favor, senhor, siga em frente.”
Yan Zhaoge assentiu, as mãos às costas, e partiu tranquilamente.
O homem, ainda sorrindo, levou o jovem de amarelo para longe, enquanto este só conseguia emitir sons abafados.
Yan Zhaoge adentrou os portões de seu próprio clã, cami