Lu Yu chegou a um mundo estranho de dominação de bestas, onde deuses malignos espreitavam e tabus ancestrais ressurgiam das profundezas do tempo. Nesse lugar, aves e animais, montanhas e rios, até mesmo os elementos, podiam despertar a consciência e transformar-se em criaturas de estimação; entre elas, as mais poderosas tornavam-se o próprio nicho ecológico, irradiando territórios secretos como o Reino das Águas do Inferno, o País dos Ossos, o Ninho das Súcubos e a Nação das Árvores Celestes, criando miríades de seguidores. Os domadores de bestas selavam pactos com suas criaturas, cultivando-as e guiando-as pelo caminho da espiritualidade. Após testemunhar o evento do “Sol Proibido”, Lu Yu adquiriu a capacidade de extrair materiais de todas as coisas do mundo e elaborar “Manjares Secretos” editáveis. Ao evoluir esses manjares, por exemplo, combinando o “Mundo Crepuscular Fragmentado” com o “Ovo Morto do Dragão Ancião”, ele criava o Banquete do Fim; após consumi-lo, a criatura evoluía para o Dragão Divino do Apocalipse, cuja esfera do crepúsculo corroía o mundo, transformando-o no Deus do Fim. Os manjares de habilidades permitiam que as criaturas pilhassem habilidades de tudo, caminhando rumo à onisciência e onipotência; os manjares de sacrifício capturavam o tempo proibido, invocando existências ancestrais e profanando os deuses. Mas o estilo de suas criaturas também se tornou cada vez mais estranho. Havia sombras de aranha que teciam sonhos para todas as criaturas e envolviam dragões antigos em suas teias para devorá-los; havia o Senhor Escarlate que contaminava universos múltiplos; havia devoradores dos mundos que se alimentavam de universos inteiros... Sobre tudo isso, Lu Yu explicava: “Minhas criaturas são apenas um pouco peculiares, não são deuses malignos, de verdade!”