【Casamento puro + romance doce + vingança contra os vilões + bebê fofo】 Jiang Hesu e o marido estão casados há três anos. Como ela não pode engravidar, sofre humilhações da sogra e ironias da cunhada. Por mais amarga que fosse a vida, ela nunca pensou em se divorciar, porque ela e o marido se amavam de verdade. Até que, um dia, a verdade veio à tona. Só então Jiang Hesu descobriu o quão tola e ridícula ela havia sido. O marido, que parecia tão amoroso, já a traía há muito tempo, e a amante era justamente a prima dela. O falso marido: “Estou fazendo isso por você. Você não pode ter filhos, então só posso arranjar um jeito de lhe dar um bebê.” A prima hipócrita: “Irmã, eu só queria ser bondosa e lhe dar um filho.” A sogra maldosa: “Sua mulher perversa, ainda quer que meu filho fique preso a você, essa galinha que não bota ovo?” Até mesmo os pais dela disseram: “Hesu, sua irmã fez isso pelo seu bem. Não seja ingrata e despreze a boa intenção dela.” Esse tipo de “boa intenção” só fazia Jiang Hesu se sentir enojada. Ela se divorciou sem hesitar e, em seguida, casou-se com um magnata rico e de status nobre. O ex-marido se arrependeu. Caiu de joelhos, chorando convulsivamente: “Shushu, eu estava errado. Vamos nos casar de novo.” Jiang Hesu sorriu friamente: “Casar de novo? Nem pensar.”
“Jiang Hesu, meu filho trabalha duro lá fora para ganhar dinheiro, e você fica estirada no sofá, no ar-condicionado, dormindo à toa? Com que direito você se dá a esse luxo? Não tem um pingo de consciência?”
Jiang Hesu foi acordada por aquela voz aguda e cortante.
Ao abrir os olhos, deparou-se com um rosto conhecido.
A mulher tinha mais de cinquenta anos, era um pouco acima do peso, tinha o rosto vincado por muitas rugas, a pele sem viço, os olhos arregalados de raiva; ao falar, cuspia saliva para todos os lados.
Só de vê-la, Jiang Hesu já sentia a cabeça doer.
Era sua sogra, Chen Ru.
Antes do casamento, Chen Ru era gentil e atenciosa com ela, melhor até do que com a própria filha.
Depois de casar, porém, pareceu tornar-se outra pessoa: falava de modo cruel, xingava-a por qualquer coisa e vivia procurando meios de dificultar sua vida.
Chen Ru continuava a resmungar: “Para que serve uma mulher preguiçosa como você? Não ganha dinheiro, não sabe servir os sogros, nem sequer sabe ter filho. Você ainda se chama mulher?”
A cunhada, ao lado, acrescentou: “Toda mulher tem filho. Jiang Hesu não consegue ter, então não é mulher; é uma inválida, um monstro!”
Ao ouvir isso, Chen Ru ficou ainda mais enfurecida. “Se não fosse meu filho não querer se divorciar, eu já teria expulso você faz tempo. Que utilidade tem uma galinha que nem põe ovo?”
Jiang Hesu já ouvira aqueles insultos por três anos; em teoria, deveria estar anestesiada.
Mas, toda vez que os escutava, sentia o coração ser retalhado por uma faca.
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