(Transmigração para dentro de um livro + sistema de sorteio + cultivo imortal + provisoriamente sem casal protagonista) Depois de sobreviver à duras penas durante seis anos no fim do mundo, Lu Qingran, sem saber por quê, foi parar em um romance de cultivo imortal que tinha lido antes de morrer em sua vida passada, e ainda no corpo da prima de uma personagem coadjuvante feminina n apaixonada demais, daquelas que não passam de dez capítulos. O mais triste é que ela só leu dez capítulos! Depois que a família da coadjuvante feminina n foi exterminada, ela simplesmente não conseguiu continuar lendo! O que aconteceu depois? Não fazia ideia! Como é mesmo o nome do protagonista masculino e da protagonista feminina? Esqueceu! Felizmente, ela vinculou um sistema de sorteio. Sem vantagem inata? Então vamos depender do esforço adquirido depois e... do sorteio, claro! A apaixonada não ouve conselhos?? Então largue o impulso de ajudar os outros e respeite o destino alheio. Morreu!! “Saudações ao ancestral!” Quem pode lhe dizer isso? Ela só tinha ficado presa em um reino secreto, então por que, quando saiu, virou a ancestral de repente!
— Hospedeira… hospedeira?
O sistema chamou, meio culpado, a pessoa que desde o despertar permanecia em silêncio, perdida num torpor.
Lu Qingran ouviu alguém falando. A cabeça inclinou-se levemente, mas logo voltou a ficar imóvel.
Vendo isso, o sistema também se calou. Ainda era apenas um bebê de sistema; não ousava perturbar o descanso da hospedeira.
Era sua primeira missão. Entrara no tempo e no espaço errados e ainda tinha vinculado a pessoa errada. E o vínculo era de alma, impossível de desfazer.
O sistema: …quem entenderia o pânico de um sistema?
Para não ser apagado pelo sistema principal, ele esvaziara toda a energia que guardava em segredo para trazer a hospedeira de volta ao tempo e ao espaço onde, de fato, deveria cumprir a missão.
Depois de digerir a memória de outra pessoa que surgira em sua mente, Lu Qingran achou que talvez tivesse acordado da maneira errada. Caso contrário, por que sua cabeça teria ganhado a lembrança de outra vida?
Ao olhar para as próprias mãos, pequenas e alvas, seus olhos cintilaram. Em seguida, sentou-se e, ao perceber que as pernas eram bem mais curtas do que as suas de antes, soltou um palavrão:
— Puta que pariu!
Erguendo o olhar e varrendo o entorno, o que viu foram apenas paredes de pedra nuas. Aquilo? Era uma caverna minúscula.
— Quem estava falando agora, apareça!
Lu Qingran gritou para a caverna vazia. Sua voz infantil ecoou de um lado a outro do recinto. Ela voltou a se calar por um instante; aquela voz… era mesmo mais difícil de aceitar do que a de um zumb