Sinopse: [Viagem rápida + harem reverso + mulher manipuladora + campo de batalha de ciúmes entre homens + drama exagerado] Como uma veterana mariposa que sempre voava para a chama, Su Mingxue ficou com gente demais e, depois que tudo deu errado, recebeu sua punição: foi vinculada à personagem coadjuvante mais bajuladora das mulheres. Tornou-se uma peça descartável usada para empurrar a trama entre protagonista masculino e protagonista feminina. Mas ela rasgou o roteiro com as próprias mãos. Em cada mundo, ela foi longe demais na canalhice e, ainda assim, acabou se tornando o centro das atenções. E deixou, em cada mundo, suas célebres falas de mulher sem escrúpulos. Mundo 1: cenário de família rica; ela é uma jovem rica e mimada: "Gostar de uma pessoa só é cansativo demais, então eu vou gostar de dez." Mundo 2: cenário de academia de homens-fera; ela se veste de homem: "Eu realmente só o considerei como um irmão." Mundo 3: cenário de vampiros; ela é uma humana desprezada: "Não sorria. Quando você sorri, já não se parece com ele." Mundo 4: cenário de cultivo imortal; ela é uma pessoa rejeitada por todos: "Eu não sou canalha, só quero dar um lar a cada rapaz." Mundo 5... (a completar) Por onde Su Mingxue passa, todos os homens se tornam seus devotos sob a saia.
“Ah…”
“Que dor.”
Su Mingxue sentia como se não tivesse mais nenhuma sensibilidade da cintura para baixo. Com grande esforço, abriu os olhos e viu que estava de bruços sobre um tapete de lã vermelho-escuro.
E estava completamente nua.
Seu corpo alvo, liso como jade de carneiro, estava coberto de marcas irregulares.
Os dedos arroxeados em volta da cintura, as marcas de mordida no pescoço fino e branco.
Tudo denunciava a noite de loucura e desregramento do dia anterior.
Ela sacudiu a cabeça com dificuldade, tentando lembrar o que acontecera na noite passada.
Era a filha do homem mais rico da cidade A, era linda, e desde criança vivera cercada de mimo e luxo.
Tinha sido estragada em excesso. Trocar de namorado era tão corriqueiro quanto trocar de roupa.
No dia anterior, fora convidada para encontrar-se pela última vez com Shang Heyan, o ex de quem acabara de se livrar.
Na verdade, ela nem queria ir; sempre tivera a sensação de que, se se vissem, a separação deixaria de ser simples.
Shang Heyan tinha tudo de bom: era bonito, tinha um corpo impecável, cintura de atleta, linhas marcadas no abdômen.
Um típico rapaz de ar feroz, daqueles que lembram um lobo novo.
Só que o ciúme dele era forte demais; bastava ela olhar para outro homem uma vez para ele passar horas emburrado.
Com aquela cara fria, na cama ele a fazia chorar até sem voz.
Ela odiava isso; deveria ser uma rosa mimada, não ser tratada daquele jeito.
Por isso, mesmo gostando tanto do tipo de homem que Shang Heyan era,