【Queridinho do grupo, showbiz, transmissão ao vivo, romance fofo】 Song Sha, uma agente secreta do fim do mundo, acabou, por um pequeno descuido, reencarnando como a mãe de um bebê de família rica. Ela olhou para o garoto de quatro anos e meio à sua frente. Assentiu: ótimo material para agente. Assim, quando estreou o programa "O Bebê Se Apaixona pela Mãe" — no reality, as outras crianças dormiam até acordar naturalmente e, ao levantar, já tinham comida pronta. Já na casa de Gu Rongrong, Song Sha disse: "Hoje vamos aprender código de computador." O público: "???" Fingindo, continuem fingindo. No piquenique ao ar livre, as crianças das outras famílias corriam felizes em círculos. Na casa de Gu Rongrong, Song Sha disse: "Hoje vamos aprender sobrevivência na natureza." O público: "Que coisa é essa?" O programa organizou uma viagem entre mãe e filho; as outras crianças se divertiram loucamente. Na casa de Gu Rongrong, Song Sha disse: "Viu bem como se liga? Agora, tenta você." O público: "???" Tentar o quê? Isso é um avião! * Gu Shangyu, para que o filho não ficasse sem o amor de uma mãe, fez um casamento contratual com uma professora de jardim de infância. E, para registrar cada etapa do crescimento do filho, investiu em "O Bebê Se Apaixona pela Mãe". Em certo dia, Gu Shangyu abriu o reality — e viu seu filho, Gu Rongrong, segurando uma bolinha preta e entregando-a a Song Sha: "Mamãe, isso é uma bomba que eu fiz. Bonita, né?" Song Sha: "Não está ruim." Gu Shangyu: "……" Depois que o programa acabou — Pai Gu: Que nora maravilhosa! Mãe Gu: Tem o meu estilo da época, já amei! Irmão Gu: Cunhada, a equipe de investigação criminal precisa de você! Ao mesmo tempo, a rica família Sheng veio reconhecer o parentesco. Toda a família Gu: "???" Desculpem, foi nosso filho que mirou alto demais. Song Sha decidiu se dedicar inteiramente a criar Gu Rongrong e pediu o divórcio, mas Gu Shangyu rasgou o acordo em pedaços e se inclinou para sussurrar ao ouvido dela: "Rongrong disse que quer uma irmãzinha."
Na claridade da manhã, a luz do sol entrava pela janela, e Song Sha observava o quarto luminoso, examinando a si mesma diante do espelho.
As roupas estavam intactas, o rosto limpo, a pele alva, o corpo sem um único ferimento.
E ainda havia aquele quarto excessivamente luxuoso, a cama branca como neve e, diante dela, um copo de água límpida até o fundo.
Água era algo extremamente raro no fim do mundo, algo pelo qual se matava e se morria para conseguir.
E agora estava ali, tranquilamente à sua frente.
O instinto aguçado de uma agente dizia-lhe que aquilo não era simples.
Ela apalpou o próprio corpo de alto a baixo e não encontrou arma alguma; então, de relance, viu o grampo sobre a penteadeira.
Nas mãos de outra pessoa, era apenas um enfeite; nas mãos de Song Sha, era uma arma mortal.
Passos soaram do lado de fora, aproximando-se.
Song Sha levantou-se e escondeu-se atrás da porta. Antes que o outro atacasse, ela precisava agir primeiro.
Ouviu-se uma batida suave:
— Senhora?
Nenhuma resposta.
Song Sha contou mentalmente até três: um, dois, três.
A porta foi empurrada, e Song Sha imobilizou com um movimento invertido o homem que entrou; em seguida, empurrou a porta com o pé, fechando-a de leve, usando uma técnica engenhosa para fazer o homem soltar um pequeno som.
Bastava um pouco mais de força. Seria fatal.
— Onde fica exatamente este lugar?
O mordomo ficou atordoado:
— ???
O que, afinal, a nova senhora estava fazendo?
Ele só queria chamar a senhora para